Dieta: O açúcar precisar ser substituído por produtos dietéticos, recomendados pelo médico. A dieta deve ser balanceada, rica em fibras, evitando-se bebidas alcoólicas e alimentos gordurosos. É importante que as refeições sejam feitas em horários regulares.
Tabagismo: Cigarro não combina com qualidade de vida, principalmente dos diabéticos.
Medicação: As orientações médicas devem ser seguidas rigorosamente. A automedicação é um comportamento de alto risco.
Exercícios físicos: Melhoram a condição cardíaca e circulatória e contribuem para a redução do peso. O diabético precisa alimentar-se 15 minutos antes de iniciar exercícios físicos.
Exame oftamológico: Possibilita a identificação e tratamento precoce de doenças que, negligenciadas, podem até levar à cegueira.
Auto-exame: A pessoa diabética precisa estar atenta para a existência de lesões e ferimentos, principalmente nas mãos e pés, observando sua cicatrização e evitando infecções. A pele deve ser hidratada, evitando-se também banhos muito quentes ou muito frios.
Especialmente no caso da diabetes infantil, a família precisa estar informada e comprometida com o tratamento; participar integralmente do processo e estar pronta para, se necessário, também modificar sua postura, sobretudo em relação a doces, bolos e refrigerantes.
A glicose no sangue só passa para urina quando seu nível está igual ou maior que 180 mg/dl. Portanto, a dosagem da glicosúria (glicose na urina) não é tão fidedigna quanto à avaliação da glicemia capilar.
Os testes devem ser realizados antes das refeições ou 2 horas após.
Em jejum é considerado bom controle quando a glicemia está entre 70 e 100 mg/dl e, 2 horas após a refeição, até no máximo 160 mg/dl.